O REINO DO CONGO
A partir de 1718, rareiam os relatórios de missionários, porque estes foram cada vez mais escassos no Reino do Congo. Por isso, é possível que não conheçamos bem a exacta sucessão dos Reis entre 1718 e 1763, nem as circunstâncias da sua eleição ou da sua coroação. No entanto, pode inferir-se uma certa estabilidade do facto de apenas ter havido três reis nesse período: D. Manuel II (1718 – 1730), D. Sebastião I (1730 – 1743) e D. Garcia IV (1743 – 1763). O Reino estava em paz com os seus vizinhos e o comércio de escravos prosperava.
Quanto à falta de missionários e de padres, esta deve-se não só à natural relutância dos capuchinhos em enviar mais gente para ao “matadouro” do Congo, mas também è chegada ao poder do Marquês de Pombal (1750-1777), hostil aos religiosos e sobretudo aos não portugueses.
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